A Bandeira:

  • Cores: branca, vermelha, azul claro e verde claro;

  • O campo verde recorda o velho “Mato Grosso de Jundiaí”, ao mesmo tempo em que simboliza a viticultura do município;

  • A roda dentada é o símbolo de seu parque industrial e o baluarte no centro, com o escudo, evoca Jundiaí como “Porta do Sertão”, assim como o nome de sua padroeira Nossa Senhora do Desterro;

  • Os dois milésimos - 1615 e 1655, lembram a fundação do povoado e de sua elevação à vila respectivamente;

  • A roda dentada é em vermelho porque assim reunindo-se sobre o verde, o vermelho e o branco, compôe-se o conjunto das cores da bandeira italiana, e desta forma fica constando uma homenagem a colônia que tanto concorreu para o progresso da cidade;

  • A faixa azul claro representa o rio Jundiaí.

 

O Brazão:

  • O escudo português foi desenhado na década de 20 por Afonso de Taunay, historiador e, na época, diretor do Museu do Ipiranga, em São Paulo;

  • A frase ao pé do escudo está escrita em latim “Etiam per me Brasilia Magna”: "Também graças a mim o Brasil tornou-se grande";

  • Há uma roda dentada, tal como na bandeira, símbolo mecânico que representa o progresso industrial da cidade;
    As folhas são de uva e café, riquezas da terra;

  • O homem à direita é um oficial da milícia portuguesa (exército da época),o da esquerda é um bandeirante, representando aqueles que se aventuraram pelo interior e foram colonizando o país;

  • O castelo ao centro faz menção à idéia medieval de fortaleza, de cidade fortificada;

  • Exibe o ano de início da povoação do vilarejo (1.615) e atrás a bandeira da Ordem da Cruz de Cristo, a segunda bandeira da história do Brasil;

  • Os peixes são três Jundiás, os bagres dourados que existiam nos rios da região, responsável pelo nome da cidade: Jundiaí significa "rio dos Jundiás";

  • O índio entre as árvores é um curuquim. A tradição diz que eram indígenas gigantescos e corpulentos que habitavam estas matas;

  • No alto do brasão, a amurada do castelo são as armas do Conde Monsanto, donatário da capitania de São Vicente no século XVII;

  • Os seis círculos do escudo pequeno marcam as viagens que o conde fez à Terra Santa.

O Hino:

 

Composto em 1933 por Haidée Dumangin Mojola, foi reconhecido oficialmente em 17 de novembro de 1960 pela lei 869.

 

Terra querida, Jundiaí
 

Ó terra querida, Jundiaí
Teus filhos amantes são de ti
que Deus abençoe eternamente esta terra onde nasci.

Ó terra querida, Jundiaí
Teus filhos amantes são de ti
saudades mil levam os que passam por aqui.

Terra gentil, altruísta,
De ti me orgulho,
Pois és bem Paulista!
Teus filhos com devoção
Marcham pr'a luta como heróis
Cheios de fé em tua oração.

Que belas tardes amenas!
Que lindas noites,
Felizes, serenas!
Teu jardim, é um paraíso
Onde a mocidade sempre jovial,
Com seu odor, confunde o riso.

Quem poderia imitar
O teu céu com suas cores?
Com teus lindos fulgores?
Os teus campos, tuas flores?

Só a natureza guiada pelo Criador
É que pode pintar este arrebol
Que jamais vi,
Tardes ao pôr do Sol!

Jundiaí, 19/12/2014   
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